SINAU v4.6.0 Sistema de Informações de Naufrágios

Desde 1995

SINAU

Um acervo colaborativo dedicado a preservar, organizar e ampliar a memória histórica e técnica dos naufrágios do Brasil.

Pesquisa colaborativa Curadoria histórica Modernização contínua
Logo atual do SINAU

Origem do projeto

Logo Original
Maurício Carvalho
Maurício
Carlos Arruda Accioly
Arruda
Gustavo
Gustavo

O SINAU, Sistema de Informações de Naufrágios, foi criado em 1995 pelo Instrutor de mergulho em naufrágio Maurício Carvalho e pelo Analista de Sistemas Carlos Arruda Accioly, apaixonados pela história trágico marítima brasileira.

O objetivo era reunir em um só banco de dados, aberto a todas as pessoas interessadas no tema, as pesquisas sobre os naufrágios do Brasil e evitar a perda de informações, que até então, estavam dispersas entre diversos pesquisadores.

Proposta colaborativa

Desde a sua origem, a proposta do sistema é colaborativa. A partir das informações iniciais fornecidas pelo pesquisador Maurício Carvalho e que alimentaram a versão 1, o programa objetivava permitir que vários pesquisadores e mergulhadores contribuíssem com dados históricos e técnicos, ampliando o conhecimento coletivo sobre a história naval brasileira e sobre os pontos de mergulho.

O modelo de funcionamento descrito pelos criadores prevê que novas informações possam ser enviadas com suas referências, analisadas pelo núcleo organizador e depois consolidadas em versões atualizadas do programa.

Ferramenta viva

Com o SINAU é possível consultar informações para novos e inexplorados pontos de mergulho, acrescentar novos naufrágios e/ou dados históricos e técnicos sobre os já existentes, além de executar ampla pesquisa, cruzando informações registradas.

O SINAU não é um produto acabado, mas uma ferramenta, que além de simplificar a coleta de dados, poderá gerar frutos constantemente para seus participantes.

1995 ano de criação
769 naufrágios na versão 1
1.050 naufrágios na versão 2
1.300 naufrágios na versão 3 inicial
2.760+ registros consolidados ao longo do projeto
10.000 páginas de textos históricos e técnicos

Evolução e interrupção da distribuição

A partir de 1995 foram lançadas sucessivamente 3 versões do banco de dados, com respectivamente 769, 1050 e 1300 naufrágios. Essas versões foram distribuídas amplamente pelo Brasil e na sua última versão, eram mais de 300 participantes.

Infelizmente com o desenvolvimento da Internet pessoas sem escrúpulos, com objetivos meramente financeiros e de autopublicidade, remodelaram a apresentação do programa e lançaram em Sites próprios como se fossem autores do trabalho, inviabilizando a ideia de coleta de novas informações. Por isso, a distribuição gratuita do programa foi suspensa por volta de 2001.

Base consolidada

Ao longo dos anos, o projeto SINAU não parou e ampliou significativamente sua base de registros. Chegando à versão 3 com mais de 2.760 naufrágios, 10.000 páginas de textos e cerca de 2.000 fotos de navios, naufrágios e documentos, mantendo uma forte ênfase na confiabilidade e na curadoria das informações.

Modernização em 2025

Em 2025, Gustavo abraçou a modernização e o desenvolvimento do aplicativo, preservando o espírito original do SINAU e levando a plataforma para uma nova fase. O trabalho passou a incorporar uma arquitetura web mais robusta, controles de acesso e autenticação mais seguros, melhorias na integridade e na exportação dos dados, organização estruturada das mídias, recursos de pesquisa e estatísticas mais avançados e novos fluxos de colaboração para cadastro, curadoria e atualização contínua do acervo.

Legado e impacto

O banco de dados do SINAU serviu de base para as informações históricas e técnicas publicadas no site Naufrágios do Brasil – www.naufragiosdobrasil.com.br – e contribuiu de forma relevante para inúmeros trabalhos de nível universitário nas áreas de arqueologia, história, geografia, biologia marinha e turismo.

Identidade visual atual do SINAU